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jul 23, 2011
Faby

E se “Up!” fosse filmado na década de 60?

Todo o amor pra “Up!”. Essa é a animação da Pixar que mais me emocionou até hoje e, pra falar a verdade, nem gosto de ver muito para não ficar como uma manteiga derretida por aí.

E, pra mostrar toda a sua devoção, um fã do longa postou uma verdadeira obra de arte no YouTube: um Premake. Que nada mais é do que um tributo feito a algum filme misturando cenas de filmes antigos e, claro, com um pouquinho de ajuda da famosa edição criativa.

O trabalho ficou sensacional e merece um play!

mar 15, 2011
Faby

E se a casa voadora de “Up!” existisse de verdade?

Vamos falar de coisa boa, gente? Okay. Me desculpem pelo Astrid Fontenelle Feelings, mas não é todo dia que a gente vê a casinha do brilhante longa da Pixar, “Up!” voando de verdade por aí, né?

A ideia veio da National Geographic para divulgar o novo programa “How Hard Can It Be?”. A produção contou com engenheiros, cientistas e dois pilotos profissionais que conseguiram mandar pelos ares - no bom sentido, claro - uma casa de 907 quilos.

Ah! Vale lembrar que o time de profissionais teve a ajudar super necessária de 300 balões metereológicos e coloridos.

Via o lindo Follow the Colours, da querida Carol Moré.

dez 29, 2010
Faby

Um mashup em homenagem à Pixar

Sei que o tema do post anterior foi a Pixar, mas eu não poderia deixar de comentar o belíssimo mashup feito pelo brasileiro Leandro Braga unindo as melhores cenas dos filmes do estúdio de animação mais premiado do mundo. Leandro é a mente por trás dos brilhantes mashups “Tarantino vs. Coen Brothers” e “Kubrick vs. Scorsese” e passou 11 dias reassistindo a todos os filmes da Pixar já lançados para compilar o vídeo com mais de 500 cenas selecionadas. Ele explica:

Os filmes da Pixar tem sido muito importantes para a minha vida. Eu tinha 6 anos quando assisti a Toy Story pela primeira vez, e esses filmes fizeram a minha infância mais feliz. Por isso, esse vídeo é uma homenagem pessoal para o melhor estúdio de animação do mundo, na minha opinião.

Tá mais do que explicado!

dez 29, 2010
Faby

Selos em homenagem à Pixar

O serviço postal americano anunciou o lançamento de uma série especial de selos entitulada “Forever”. Os selos vão poder ser comprados a partir de agosto de 2011 e, além de retratar alguns dos filmes clássicos da Pixar como Up!, Wall-E, Toy Story, Ratatoille e Carros, também homenageia algumas das estrelas da música latina como a brasileira Carmem Miranda.

jun 20, 2010
Faby

[REVIEW] – Toy Story 3

Cotação:
16x16 16x16 16x16 16x16 16x16


Direção:
Lee Unkrich

Distribuidor:
Buena Vista

O ano era 1995. Eu tinha 8 anos. A Pixar, até então uma empresa que produzia “hardware” para filmes de animação, lançava o primeiro longa-metragem totalmente feito por computação gráfica da história: Toy Story. O roteiro girava em torno da rivalidade de dois brinquedos, o xerife-caubói Woody e o patruleiro estelar Buzz Lightyear, que lutavam pela preferência de Andy, o menino de 8 anos, dono dos brinquedos.

O ano era 1995. Eu tinha 8 anos. E até hoje guardo lembranças muito puras de Toy Story. Não só porque o filme foi um dos primeiros que meu raciocínio infantil entendeu, mas também porque ele foi capaz de captar as nuances e as belezas da história.

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Por isso, ao pisar em uma sala de cinema para ver Toy Story 3 quinze anos após o lançamento do original, é, no mínimo, uma tarefa carregada de emoções e nostalgia. E, se esse foi o objetivo dos roteiristas, eles acertaram em cheio. Toy Story 3, assim como qualquer trabalho da Pixar, conquista o público de uma forma impressionante, mas funciona muito mais extravasando as lembranças daquelas crianças que, assim como eu, assistiram ao primeiro filme da franquia aos 8 anos.

Toy Story 3 é um filme sobre a infância e, ao mesmo tempo, sobre a perda dela. O tempo passou e Andy, agora, é um rapaz de 17 anos prestes a entrar na faculdade e deixar a sua casa. Woody, Buzz e sua turma, por outro lado, estão jogados em um baú loucos para que Andy volte a brincar com eles. Tudo muda quando a mãe de Andy ordena ao filho decidir o que fazer com os velhos brinquedos. Uma grande confusão faz com que todos parem em uma creche, a Sunnyside, onde encontram inimigos e, a partir daí, passam a correr contra o tempo para voltarem pra casa antes de Andy partir para a faculdade.

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No quesito técnico, a decisão de não abusar dos efeitos e apostar em cores fortes foi certeira. Os tons hipnotizam o público. A fotografia também foi bastante feliz ao tornar um ambiente como a creché, colorida e cheia de vida, em um cenário sombrio e dramático parecido com uma prisão.

Outro ponto que precisa ser comentado foi a genialidade de Michael Arndt, o roterista, em explorar a personalidade e as características de cada personagem. Dessa forma, podemos nos divertir com as “personalidades programadas” de Buzz, o nada corajoso Rex e o imenso coração de Woody que, mesmo sabendo que seu dono cresceu, insiste em voltar pra casa e ficar o mais perto possível dele.

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No final das contas, Toy Story 3 é capaz de despertar no público uma montanha-russa de emoções ao nos deixar apreensivos nos momentos mais dramáticos, nos fazer rir das geniais sequencias do boneco Ken e a derramar lágrimas sinceras como uma criança de 8 anos que não viu o tempo passar.

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Quem faz

Faby Lovati estuda publicidade e trabalha com mídias sociais. Tem 23 anos e é viciada em música, livros, internet, seriados e qualquer assunto aleatório.


Léo Cataldo é quase publicitário, pseudo- jornalista e dublê de comentarista. Apaixonado por música, televisão e doces.

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