









No aquecimento para a cerimônia do Oscar, o artista David Lopez criou um cartaz minimalista para cada indicado ao prêmio de Melhor Filme. Achei demais!










No aquecimento para a cerimônia do Oscar, o artista David Lopez criou um cartaz minimalista para cada indicado ao prêmio de Melhor Filme. Achei demais!
Compilar uma lista com os melhores pôsteres de 2010 foi uma tarefa complicada visto que esse ano os designers capricharam nas obras. As escolhas abaixo não estão em ordem de preferência. A ideia foi escolher os trabalhos mais belos e que melhor capturaram e traduziram a essência do filme.
As direções de arte dos pôsteres de “Cisne Negro” e “Alice no País das Maravilhas” são impecáveis. O primeiro retrata de forma belíssima a protagonista Natalie Portman. Já o segundo faz a gente mergulhar no país da maravilhas contemplando todos os preciosos detalhes da obra de Lewis Carroll.
Os pôsteres de “Dupla Explosiva” e “Amor a Distância” são aqueles nos quais uma solução simples faz toda a diferença. A brincadeira feita pelos designers utilizando uma arma e a Torre Eiffel é sensacional e casa muito bem com o clima do filme protagonizado por John Travolta. Já Drew Barrymore e Justin Long na frente de um paredão todo estilizado com a temática do longa deu uma simplicidade belíssima para o pôster.
O trabalho feito para “Enterrado Vivo” não tinha como representar o filme de uma forma melhor. Simples, bonito e eficaz. Já a surpresa do ano, “Kiss Ass”, esbanja bom humor e simplicidade no cartaz.
As animações não poderiam faltar, né? “Toy Story 3″ é obra prima e veio com um cartaz super colorido mostrando todos os antigos e novos personagens. Já “Enrolados” abusa dos cabelos de Rapunzel para a arte do pôster. O resultado ficou muito bonito!
“Não me Abandone Jamais” só vai ser lançado em março de 2011 aqui no Brasil, mas o pôster é belíssimo e merece desde já o destaque. Outro cartaz fascinante é o de “127 Horas”, que conta o drama real do alpinista Aron Ralston.
Preciso falar alguma coisa sobre esses dois? O pôster de “A Origem” retrata de forma exemplar a complexidade dos universos criados pro Nolan, já o cartaz de “Demônio” é sombrio sem deixar de ser simples.
Fofura é pouco, né? Esses aí fazem parte da nova coleção Vinylmotion da Disney estreando os personagens de Toy Story 3. O set é composto por 12 mini-figuras e pode ser comprado na Disney Online Store e, o que é melhor, com entrega para o Brasil.
Eu quero o Woody!
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O ano era 1995. Eu tinha 8 anos. A Pixar, até então uma empresa que produzia “hardware” para filmes de animação, lançava o primeiro longa-metragem totalmente feito por computação gráfica da história: Toy Story. O roteiro girava em torno da rivalidade de dois brinquedos, o xerife-caubói Woody e o patruleiro estelar Buzz Lightyear, que lutavam pela preferência de Andy, o menino de 8 anos, dono dos brinquedos.
O ano era 1995. Eu tinha 8 anos. E até hoje guardo lembranças muito puras de Toy Story. Não só porque o filme foi um dos primeiros que meu raciocínio infantil entendeu, mas também porque ele foi capaz de captar as nuances e as belezas da história.

Por isso, ao pisar em uma sala de cinema para ver Toy Story 3 quinze anos após o lançamento do original, é, no mínimo, uma tarefa carregada de emoções e nostalgia. E, se esse foi o objetivo dos roteiristas, eles acertaram em cheio. Toy Story 3, assim como qualquer trabalho da Pixar, conquista o público de uma forma impressionante, mas funciona muito mais extravasando as lembranças daquelas crianças que, assim como eu, assistiram ao primeiro filme da franquia aos 8 anos.
Toy Story 3 é um filme sobre a infância e, ao mesmo tempo, sobre a perda dela. O tempo passou e Andy, agora, é um rapaz de 17 anos prestes a entrar na faculdade e deixar a sua casa. Woody, Buzz e sua turma, por outro lado, estão jogados em um baú loucos para que Andy volte a brincar com eles. Tudo muda quando a mãe de Andy ordena ao filho decidir o que fazer com os velhos brinquedos. Uma grande confusão faz com que todos parem em uma creche, a Sunnyside, onde encontram inimigos e, a partir daí, passam a correr contra o tempo para voltarem pra casa antes de Andy partir para a faculdade.

No quesito técnico, a decisão de não abusar dos efeitos e apostar em cores fortes foi certeira. Os tons hipnotizam o público. A fotografia também foi bastante feliz ao tornar um ambiente como a creché, colorida e cheia de vida, em um cenário sombrio e dramático parecido com uma prisão.
Outro ponto que precisa ser comentado foi a genialidade de Michael Arndt, o roterista, em explorar a personalidade e as características de cada personagem. Dessa forma, podemos nos divertir com as “personalidades programadas” de Buzz, o nada corajoso Rex e o imenso coração de Woody que, mesmo sabendo que seu dono cresceu, insiste em voltar pra casa e ficar o mais perto possível dele.

No final das contas, Toy Story 3 é capaz de despertar no público uma montanha-russa de emoções ao nos deixar apreensivos nos momentos mais dramáticos, nos fazer rir das geniais sequencias do boneco Ken e a derramar lágrimas sinceras como uma criança de 8 anos que não viu o tempo passar.
A Disney Pictures divulgou o segundo teaser trailer e dois novos personagens de um total de 14 que estarão no esperadíssimo Toy Story 3, que vai ser lançado nos cinemas americanos no dia 18 de junho.
O filme conta com a direção de Lee Unkrich e foi concebido em 3-D. Nas vozes, Tom Hanks, Tim Allen, Joan Cusack, entre outros.